sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ficou decidido o uso do Blog e da lista para adiantar os trabalhos

Ficou definido que Rafhael, Larissa, Alessandro e Lis Paim vão fazer a curadoria da mostra. Essa seleção será apresentada na próximo reunião para a votação final. A primeira data pré-definida para a Mostra Sururu é de 24 a 28 de agosto, na FITS, UFAL e Centro e no dia 28 ao dia 3 de setembro, no Cine Sesi e ainda, 29 e 30 de setembro, no Posto 7. A proposta é ousada. Mas é esse o espírito.

Reunião ainda vazia

Reunião da ABD, 26 de junho de 2009. 19h32

Reunião da ABD, 26 de junho de 2009.
Pauta: Mostra Sururu de Cinema Alagoano.
Primeira parte – Seleção de filmes. Essa é a parte mais difícil. Qual o critério? Quem fica de fora? A idéia é contemplar todo mundo, mas temos que ter um critério para não sobrecarregar o público. Os melhores? Isso é muito relativo e subjetivo. Vamos procurar objetividade.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Direitos autorais 1

Para iniciarmos o mergulho na discussão sobre DIREITOS AUTORAIS:
- Direitos Autorais (MinC): http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/direitos-autorais-politicas/ (Livreto anexado.)
-Fórum Nacional de Direito Autoral: http://blogs.cultura.gov.br/direito_autoral/
-Entrevista com Marcos Alves de Souza - Coordenador-Geral de Direitos Autorais do Ministério da Cultura (MinC): http://www.cineclubes.org.br/tiki/tiki-read_article.php?articleId=389
-Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1988 e Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 Associação Brasileira de Direito Autoral: http://www.abdabrasil.org.br/index.htm
-III Congresso de Direito de Autor e Interesse Público [São Paulo (FGV), setembro de 2009]: http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/04/iii-congresso-de-direito-de-autor-e-interesse-publico/


Nataska

terça-feira, 23 de junho de 2009

Reunião ABDeC-AL dia 26 de junho às 19h

REUNIÃO DA ABDeC-AL

PRÉ-PRODUÇÃO DA MOSTRA SURURU DE CINEMA ALAGOANO 

 

 

Bom dia, Boa tarde e Boa noite, caros colegas!

 

      Reunião na sexta-feira, dia 26 de junho as 19 horas na produtora Núcleo Zero, Av. Jangadeiros Alagoanos, Pajuçara Shopping, 1º piso, sala 41. 

     

     

Pauta: 

  • Finalização do projeto da Mostra simultânea, Mostra sururu de cinema alagoano;
  • Curadoria do acervo levantado; 
  • Atualizações e repasses.


   

      Sua presença se faz necessária para o fortalecimento da entidade.

 

 

        Maceió, 23 de junho de 2009

 

 

 

  

Larissa Lisboa

Diretora de Comunicação

ABDeC-AL

Três maneiras de fazer cinema

ABDeC-AL, essas letrinhas me fazem querer falar de três homens que me ensinaram e ainda me ensinam muito, creio que não só para mim, mas para todos que conhecem ou conheceram suas histórias.
O primeiro talvez justamente por este pioneirismo que se destaca. Um italiano chamado Guilherme Rogato, que um dia esteve por aqui visitando, e alguns meses depois resolveu mudar para cá de mala, cuia e câmera. Fotógrafo que cedeu ao encanto das imagens em movimento, nem dá para ter a real dimensão do que era filmar naquela época, nem sei direito qual era o tamanho da câmera, e quantas vezes tinha que se rodar a manivela ou os cuidados para não queimar o filme ou depois conseguir conservá-lo, carregar equipamento pelos quatro cantos da cidade, entre tantas outra coisas. Rogato fez os primeiros documentários alagoanos, fez a primeira ficção alagoana. Contudo após um pouco mais de uma década e menos de 10 filmes voltou a dedicar-se unicamente a fotografia.
O segundo tem seu pioneirismo, mas não é só por isso que se destaca. É um homem, um professor, um crítico, um alagoano criado no cinema, na época em que ainda eram glamurosos os nossos cinemas de bairro. Quando criança brincava de fazer cinema com os gibis e com pedaços de pelicula. Exercitou e exercita o cinema através das aulas, dos escritos, das lembranças, do cotidiano, da sessão de arte que sem ele nem sei se persistiria. Vivenciou o Festival de Penedo e é autor de três das quatro obras que documentam a história do cinema alagoano, Panorama do Cinema Alagoano, Cine Lux e Rogato, sim estou falando de Elinaldo Barros, que transpira cinema desde criança.
O terceiro é pernambucano e é responsável pela primeira representação alagoana destas letrinhas que citei lá no começo, mesmo achando que elas só deviam ser cinco e não sete. Pois é se não fosse Hermano Alagoas não teria a Associação Brasileira de Documentaristas, mas não seria só isso não. A paixão de Hermano por nossa terrinha, permitiu que ele reanimasse, contagiasse, inspirasse a produção e iniciativa audiovisual aqui. Sem Hermano não teriam as primeiras oficinas, as mostras em barrigas, jangadas acesas, paredes, telas. Ele, seu rolos e seu projetor 16mm tem muita história para contar. Não teria DocTv, nem Olhar Brasil, nem ABDeC-AL. É certo que temporariamente temos e não temos Hermano, rs

Toda história merece ser contada e se hoje eu começo por eles e relato apenas as conquistas não é para apagar toda superação, dificuldade, solidão e falta de reconhecimento do percurso de cada um. É apenas para ressalvar o que sabemos desde o momento que aceitamos compor este grupo, de que é preciso persistir e enfrentar as adversidades, como eles fizeram. E na maioria das vezes fizeram sem ajuda, talvez para que hoje a gente saiba que pode fazer só também, mas que será bem melhor fazer junto. Devemos honrar e homenagear a história deles e continuar escrevendo, contando, produzindo e filmando as nossas histórias.

Larissa Lisboa
Diretora de Comunicação da ABDeC-AL

segunda-feira, 22 de junho de 2009

DOCTV-AL - Areias que falam

Areias que Falam são fragmentos poético-reflexivos da região da Foz do Rio São Francisco (Pontal da Barra/AL, Cabeço/SE e Pixaim/AL), dirigidos pelo olhar ribeirinho de Arilene de Castro: casas soterradas por dunas e queimadas pelo IBAMA, invasão do mar, barragens e hidrelétricas, assoreamento do rio, escassez de alimentos, resistência, hábitos secular e esperança.

Carta que era pra ser lida no lançamento do DOC TV/AL - Mas não foi lido por problemas de comunicaçã0

A associação brasileira dos documentaristas e curta-metragistas de alagoas, a ABD&C/AL, aproveita o momento de visibilidade do audiovisual alagoano para enfatizar que o doc tv é o único edital voltado para o audiovisual em alagoas. Mérito da secretaria do audiovisual, ministério da cultura e tv cultura, numa iniciativa federal.
Num estado onde se possui um dos piores índices em educação, mortalidade infantil, e índices de homicídios, possui também um descaso total no que se refere a produção do audiovisual. Alagoas é um dos únicos estados da federação que não possui um edital regional voltado para essa área. Pode não parecer prioridade, num estado tão carente de tudo, mas nos últimos anos as raras produções audiovisuais alagoanas, representaram o estado em diversas mostras e festivais no brasil e até no exterior. Não serve de propaganda, mas serve para representar traços da nossa identidade, da nossa regionalidade e mostrar que apesar das maselas que a imprensa nacional destaca do nosso estado, também temos consciência crítica e estética. E é isso que estamos reivindicando. Não queremos usar a abd para fazer política, porque essa não é a nossa vocação, queremos o direito de expressar nossas idéias, queremos que a verba pública, que é a participação dos nossos impostos, de cada um de nós, seja direcionada para a saúde, para a educação, para a segurança, mas também para arte e para cultura. Porque não só de pão vive o homem. E é isso que reivindicamos aqui. Porque o estado não é uma gestão de cima pra baixo, o estado não é algo exterior a nós. O estado somos nós.
Em defesa da carteira regional do doc tv, da lei de incentivo da cultura, de editais regionais para curta, média e longa metragem em alagoas.
Obrigado.