sábado, 31 de julho de 2010

CONVITE: 2ª Edição de Panorama do Cinema Alagoano

A Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas de Alagoas tem imensa alegria em convidar e compartilhar com todos sobre o lançamento da 2ª edição do Panorama do Cinema Alagoano de Elinaldo Barros.
A noite do dia 06 de agosto é uma homenagem e conquista do cinema alagoano. O homenageado é Elinaldo Barros, crítico de cinema, professor e cinéfilo, um grande pesquisador e divulgador do cinema alagoano e brasileiro. 
Após 27 anos, Panorama do Cinema Alagoano ganha uma 2ª edição revista e atualizada. Contendo as realizações alagoanas desde o pioneiro o italiano Guilherme Rogato, passando pelas realizações que competiram no Festival de Cinema de Penedo, aborda os filmes recentes independentes e os realizados através de editais. 
Na noite de lançamento do livro, também será lançado o documentário "O catador de fotogramas", de Pedro da Rocha, sobre Elinaldo.

SERVIÇO:
Lançamento da 2ª edição de Panorama do Cinema Alagoano.
Programação extra: exibição do documentário "O catador de fotogramas", de Pedro da Rocha
Dia 06 de agosto de 2010 Cine Sesi - Centro Cultural SESI, às 20h

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Aprovados do Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual em Alagoas

Secretaria de Cultura divulga aprovados do Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual em Alagoas

PORTARIA Nº 150/2010.                    Maceió, 28 de julho de 2010.
 
O SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA, no uso das atribuições e prerrogativas legais conferidas pela Lei Delegada nº 43, de 28.06.2007, tendo em vista o que consta no processo administrativo nº 2600-700/2010, e em observância ao teor do Edital nº 003/2010-SECULT – PRÊMIO DE INCENTIVO À PRODUÇÃO AUDIOVISUAL EM ALAGOAS, publicado no DOE de 14.05.2010, TORNA PÚBLICO o resultado final dos 05 (cinco) projetos selecionados através do referido Edital, assim como dos suplentes:
 
Projetos Premiados:
Processo nº 2600-1086/2010 – Manuelle Moreira Gouveia Santos – “O Matuto Zé Cará” (36,0 pontos);
Processo nº 2600 – 1106/2010 – Lúcia Maria de Fátima Rocha – “Aquarela” (35,0 pontos);
Processo nº 2600-1087/2010 – Pablo Lins Casado – “De Amor e Outros Crimes” (34,5 pontos);
Processo nº 2600-1100/2010 – Marco Aurélio de Oliveira Costa – “Guerreiros de Jorge” (34,5 pontos);
Processo nº 2600-1096/2010 – Núcleo Zero Publicidade Ltda. - “KM 58” (34,5 pontos).
 
Projetos Suplentes:
Processo nº 2600-1098/2010 – Pedro da Rocha Oliveira Produções Audiovisuais – “Sol Encarnado” (33,5 pontos);
Processo nº 2600-1109/2010 – Associação dos Artistas de Massaranduba – “Alvorecer de Um Sonho” (31,50 pontos);
Processo nº 2600-1042/2010 - Marcelo Cabral de Araújo Jacques Gonçalves – “Quentura” (30,50 pontos)
 
OSVALDO VIÉGAS
Secretário de Estado da Cultura

terça-feira, 27 de julho de 2010

CARTA DE VITÓRIA



 CARTA DE VITÓRIA
 A Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas - Metragistas, ABD Nacional, reunida com as suas 27 representantes estaduais na cidade de Vitória, Espírito Santo, entre os dias 13 e 17 de julho de 2010, durante a VI Mostra Independente, que marcou os 10 anos da ABD Capixaba, vem trazer a público os temas centrais que nortearam a discussões e algumas de suas propostas.
Vale destacar que ABD Nacional é uma entidade que atua há 36 anos no país, em prol  do audiovisual brasileiro, com foco nas políticas de produção e difusão do curta metragem e do documentário nacionais. 
Considerando esse trabalho contínuo da ABD Nacional em coesão com as 27 ABDs estaduais, com o objetivo de fortalecer a produção e a difusão do audiovisual nacional no mercado interno, vimos propor um plano de metas em torno de 8 pontos:
1)  A AMPLIAÇÃO DO CIRCUITO EXIBIDOR  para o conteúdo brasileiro independente, através da implantação de salas de cinema e cineclubes EM TODAS AS CIDADES DO BRASIL - de modo a reverter a carência de salas de exibição e a falta de acesso do público brasileiro à produção audiovisual nacional. 
2) A GARANTIA DA DISTRIBUIÇÃO DA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL INDEPENDENTE BRASILEIRA em todas as janelas e em todo o território nacional, através de iniciativas públicas e privadas capazes de formar, envolver e desenvolver os diversos agentes da cadeia produtiva do setor.
3)  A DEFESA DOS DIREITOS DO AUTOR E DO PÚBLICO ATRAVÉS DA CRIAÇÃO DE SOCIEDADES DE GESTÃO COLETIVA DE DIREITOS, que têm como premissa a unidade de interesses entre o fortalecimento do autor e o acesso da população brasileira à produção audiovisual nacional, garantindo também a participação da sociedade civil na sua regulamentação e do Ministério Público na fiscalização;
4) “A INCLUSÃO, NAS PLANILHAS ORÇAMENTÁRIAS DOS FESTIVAIS E MOSTRAS QUE COMPÕEM O CIRCUITO NACIONAL DE EXIBIÇÃO, de valores monetários referentes à premiação de todos os vencedores de todas as categorias em competição, bem como o reembolso dos custos postais e de cópias de todos os realizadores cujos trabalhos venham a ser selecionados para os respectivos eventos e a normatização – em uma análise posterior acordada com as entidades representativas dos Festivais e Mostras – das condições técnicas mínimas para a boa exibição das obras selecionadas, a fim de que sejam respeitados os direitos dos autores e os direitos do público brasileiro.”
5)  O INCENTIVO ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS E INICIATIVAS PRIVADAS QUE VISEM A UTILIZAÇÃO DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO COMO FERRAMENTA DE ENSINO nas diversas instâncias educacionais do país, evocando a linha aprovada na Conferência de Cultura e assim - em parceria com o Ministério da Educação - sua inclusão na LDB, possibilitando assim mais que somente exibição, mas a qualificação dos profissionais de educação no emprego do audiovisual em sala de aula;
6) O AUMENTO GRADATIVO E PROGRESSIVO DA COTA DE TELA para o audiovisual brasileiro, com a meta clara de alcançar 50% de filmes nacionais nos cinemas comerciais, dentro dos próximos 5 anos, e a inclusão do filme de curta metragem de ficção ou documental, na contabilização da Cota de Tela
7) A VALORIZAÇÃO DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO como portadoras de demandas legítimas para formulação de políticas públicas de fomento a formação, produção, difusão e memória do audiovisual nacional;
8)  O RECONHECIMENTO DO AUDIOVISUAL BRASILEIRO COMO UM SETOR ESTRATÉGICO de fortalecimento da cultura nacional e da diversidade cultural do planeta, a partir da exclusão dos países não signatários da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, 2001, nos convênios e ações dos órgãos públicos de cultura do Brasil;
Assim, a ABD Nacional, juntamente com as ABDs dos 27 estados, declara a importância deste encontro na cidade de Vitória, que permitiu a reflexão a cerca dos múltiplos temas, que por hora são centrais na atuação política em prol do audiovisual nacional, e vem conclamar os diversos segmentos organizados da sociedade a ingressar nessa luta, que é de todos: o fortalecimento da cultura brasileira.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

2ª Edição de Panorama do Cinema Alagoano

Elinado Barros Soares, alagoano, professor de português e de cinema, inúmeras colaborações com a cultura alagoana, entre elas três livros. O primeiro livro, Panorama do Cinema Alagoano, lançado em 1983, fruto da vivência de Elinaldo durante sete edições do Festival de Cinema de Penedo em que esteve presente.
Vinte e sete anos depois, Elinaldo é agraciado com a iniciativa da ABD&C-AL, CESMAC e UFAL, e nos presenteia com a 2ª edição, atualizada e revista de Panorama do Cinema Alagoano.